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Monitor touch seduz universidades americanas

Monitor touch seduz universidades americanas

A interatividade do monitor touch ajuda alunos em pesquisas, localização e muito mais

O monitor touch se adapta perfeitamente ao ambiente universitário, mesmo sem ter feito vestibular. Uma instituição de ensino é uma área de conhecimento pleno e das ciências, temas que harmonizam com a tecnologia. Desde a localização no campus, passando por sua história, biblioteca, e claro, as aulas em si, universidades por toda a América do Norte tem investido nos equipamentos.

“Os Estado Unidos é um país que pensa grande. Eles são líderes em número de patentes e prêmios Nobel. É natural pensar que uma nação que faz tanta questão de ser bem sucedido em ciências fosse lar de instituições com fortes investimentos em infraestrutura, no corpo docente e em pesquisa. Inserir novas tecnologias de forma pedagógica atrai os alunos, e algo tão legal como o monitor touch é certeza de sucesso. Infelizmente, no Brasil, ainda não tomamos consciência disso”, diz a Professora de didática Maria Otília Ramos, da Pontifica Universidade Católica de São Paulo.

O monitor touch combina em uma tela as funções de teclado e mouse e permite que o usuário, apenas com os dedos interaja com o conteúdo. “Se você pensar apenas em termos de uma adaptação, como navegar pela web ou escrever um texto no Word com o monitor touch, a experiência já é diferente, uma nova forma de lidar com o computador. Mas quando pensamos em programas criados para lidar com essa interatividade, a coisa muda de patamar”, explica o cientista da computação Anderson Fernandes.

E é justamente dessa forma que as Universities americanas estão investindo no monitor touch. Mais do que uma mera adaptação, eles criam uma nova linguagem, e a aplicam na educação. “Imagine uma aula de geografia em que você pode tocar, girar o planeta, aumentar ou diminuir o zoom num determinado ponto, que com um duplo toque, diversas informações complementares surgem na tela. É disso que estamos falando, algo que fazem os mapas de papel usado nas escolas brasileiras parecerem artigos primitivos se comparados ao monitor touch”, diz a professora Maria Otília.

Até na área de esportes, as universidades tiram proveito do monitor touch. O esporte universitário é muito popular nos Estados Unidos. Jogos de futebol americano, basquete e baseball, entre outros, como o nosso soccer, são exibidos na TV e levam multidões aos estádios e ginásios, e são passagem quase que obrigatória aos atletas que se tornam profissionais. Nos campi das universidades, há áreas dedicadas aos esportes, e o uso do monitor touch é comum para se ter informações dos jogadores, a história do time, assistir a vídeos de campeonatos anteriores, tudo a disposição dos alunos e torcedores.

“Investir em bibliotecas, pesquisa e infraestrutura de educação é a única forma de fazer um país crescer e sua população evoluir. O quanto mais demorarmos para ver isso, mais tempo vamos perder tempo em discussões sem sentido sobre os rumos do Brasil”, finaliza a professora Maria Otília.


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Impressora não fiscal cria seu ingresso de cinema

Impressora não fiscal cria seu ingresso de cinema

A impressora não fiscal é utilizada em vários setores de comércio e serviços

A tecnologia da impressora não fiscal está onde menos esperamos. Vivemos em um mundo em que boa parte do tempo algumas coisas existem apenas de forma virtual. “Muitas vezes fazemos compras através da internet, de casa ou do celular, e só vamos receber um comprovante no local”, conta a secretária Tereza J. de Bueno. Neste momento, a impressora não fiscal entra em cena para dar vida a ingressos e convites.

E os cinemas são grandes consumidores da impressora não fiscal. “Quando o cliente escolhe o filme, e seu lugar na sala, ele recebe um cupom fiscal, na qual fica registrado a operação financeira que acabou de ocorrer e o ingresso propriamente dito. Somos obrigados a fornecer ambos. O primeiro é exigido pelo governo como forma de deixar registrado todas as vendas feitas pela empresa, para uma possível auditora fiscal, e para a própria contabilidade interna, além de servir para o cliente cancelar a compra e receber o dinheiro de volta, por exemplo. Neste caso, o comprovante é feito por uma impressora especial, que conta com uma memória interna inviolável que guarda uma cópia de cada comprovante”, diz a gerente de comunicação do Cinemark Fabiana A. Kimura.

A impressora não fiscal é responsável pelos tramites internos das empresas, operações não comerciais que utilizem alguma informação em papel, como os colecionáveis ingressos de cinema. “Parece coisa de adolescente das décadas de 1980 e 1990, que guardavam papel de bala e convite de cinema na agenda, mas guardo os meus como recordação até hoje”, confessa a jornalista Mariana B. Vieira. “É como se eu guardasse em uma caixinha um atalho para uma lembrança agradável. Nós costumamos relacionar músicas, filmes, perfumes, quase qualquer coisa, à momentos que vivemos. É uma forma de manter contato com as lembranças felizes. E as vezes, as tristes também”, acrescenta Mariana.

A Epson é a maior produtora da impressora não fiscal atualmente. A empresa japonesa foi uma das pioneiras no desenvolvimento da tecnologia de impressão térmica durante as décadas de 1960 e 1970, nos primórdios da informática. Os modelos estão adaptados às novas necessidades, com formas variadas de conexão. Elas operam através de USB, porta serial paralela ou com placas ethernet, através da rede. Alguns modelos são capazes de criar até 300mm/minuto com conteúdo que varia entre texto e imagens.

“Precisamos de uma impressora não fiscal que possa se manter em funcionamento por cerca de doze horas por dia e com custo baixo de manutenção e suprimentos. Nosso mercado demanda equipamentos de alta performance, afinal, vendemos milhares de ingressos por dia, e cada um deles conta com todas as informações do filme e um código de barras para o controle de acesso”, conclui a funcionária do Cinemark Fabiana. “Sem a impressora não fiscal, nós não funcionamos”.


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Monitor LED: concessionárias de estradas paulista investem no equipamento

Monitor LED: concessionárias de estradas paulista investem no equipamento

O Monitor LED seria uma forma de diminuir os custos com energia elétrica

O Monitor LED assumiu em 2014 a liderança do volume de vendas de seu setor. A maioria dos conjuntos de computadores desktop chegou aos clientes com essa nova geração de telas. Além evoluir em termos de qualidade de imagem, o Monitor LED traz a vantagem de diminuir significativamente a conta de energia. Em especial para as empresas com grandes escritórios e diversos computadores. É o caso das praças de pedágio, algumas com até 20 cabines em cada sentido.

“Nós funcionamos 24 horas, então, uma solução como o Monitor LED, a longo prazo, poderia trazer uma economia muito grande. É uma forma interessante de melhorar os rendimentos da empresa. Mesmo porque temos de zelar pela qualidade das pistas, serviços de emergência ao usuário, e outras melhorias firmadas no contrato com o Estado. Assim, o investimento na nossa estrutura de informática, com o Monitor LED reflete de forma direta e indireta na prestação de serviços à população”, afirma Reinaldo Vendramini, supervisor de TI, do consórcio Camargo Correia Rodovias, ou CCR, que administra diversas estradas no Estado de São Paulo, incluindo Rodoanel que circunda a capital.

A economia gerada pelo Monitor LED provém da evolução das TVs e monitores de tela plana. Sua tecnologia é baseada em uma série de diodos emissores de luz que projetam a imagem através de um painel LCD. De forma similar as lâmpadas que utilizam a mesma tecnologia, o Monitor LED opera com a mesma qualidade dos seus antecessores, mas consumindo uma quantidade muito menor de energia. Outra vantagem que o diodo emissor traz é a velocidade de resposta instantânea ao estimulo que forma a imagem, isso garante uma maior nitidez e qualidade de imagem.

O Monitor LED consegue uma façanha incrível: ele consegue oferecer uma resolução mais alta gastando menos energia. É como se alguém trocasse um Opala por uma Ferrari, que consome o mesmo que uma Honda Biz. Cerca de 98% dos modelos vendidos no ano passado e em 2015, dão a quem assiste uma incrível imagem Full HD, om 1920 x 1080 de resolução, algo muito parecido com o que as TVs top de linha oferecem aos consumidores.

“Ficamos muito satisfeitos com o desempenho do Monitor LED. Ele traz uma bela redução nas despesas com energia elétrica, que sem dúvida é seu maior benefício. Mas ao mesmo tempo, tem um desempenho ainda melhor que as tecnologias concorrentes. E pelo que notamos neste período de estes, a durabilidade deve atender as nossas expectativas”, diz Edson G. de Medeiros, analista de TI, também da Camargo Correa Rodovias. Segundo ele, desde a compra dos novos equipamentos, mais da metade das praças de pedágios já receberam as novas telas e nas próximas, toda a rede deve estar atualizada.


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Impressora Laser Colorida: empresas de comunicação atualizam escritório

Impressora Laser Colorida: empresas de comunicação atualizam escritório

A Impressora Laser Colorida garante a criação e a qualidade dos trabalhos

A tecnologia de uma Impressora Laser Colorida pode ser de grande ajuda no dia a dia corrido da área de comunicação. As agências deste setor lidam com personalidades e grandes corporações e agrupam em uma única empresa diversos serviços que vão desde a área publicitária até serviços de relações públicas. Com clientes gabaritados, a qualidade está sempre em primeiro lugar, e a concorrência é grande. Contar com uma estrutura que te permita desenvolver os talentos humanos é o primeiro passo. E a Impressora Laser Colorida é um item de primeira importância.

Nestas empresas, a Impressora Laser Colorida ganha diversas utilidades. No cotidiano, para a rotina comum de escritório, o custo página / impressão é um dos mais baixos do mercado. E com a contratação de profissionais que recarregam os toners, esse custo se torna ainda menor. Esta economia de forma alguma atrapalha a velocidade ou qualidade do produto final.

Mas a versatilidade da Impressora Laser Colorida realmente surge em trabalhos de alta qualidade e resolução com todas as nuances de cores para formar imagens perfeitas.

“Esta é a nossa carta na manga na hora de preparar o material dos clientes. Apesar da grande quantidade de recursos digitais atualmente no mercado, a mídia impressa não pode ser desprezada. E não me refiro apenas a imprensa, mas aos públicos interno e externo das empresas. A criação de jornais institucionais e News Letters continua em alta. É uma forma de diálogo com o mercado. Para o produto final, com grande tiragem, recorremos às gráficas, que conseguem um melhor preço, mas com a Impressora Laser Colorida, temos condições de com um click ter o mesmo efeito na mesa ao lado. Esta liberdade, de poder rever uma peça antes da apresentação, por exemplo, evita qualquer tipo de erro. E mesmo que o cliente sugira uma determinada alteração, o nosso equipamento permite um retorno imediato”, conta a jornalista e empresária Sandra Hoffmann, sócia de uma assessoria de comunicação com sede na Avenida Paulista, um dos endereços mais nobre do país.

O sistema de funcionamento da Impressora Laser Colorida é baseado em quatro reservatórios com o sistema CMYK de cores. Cada letra da sigla representa um tom do pó denominado toner: Ciano, Magenta, Yellow e black Key. Ela conta com um cilindro fotossensível, que ao ser bombardeado pelo laser, cria uma simulação elétrica da página. O toner adere a essas áreas e é transferido ao papel. A Impressora Laser Colorida usa o calor para marcar definitivamente o papel.

“A Impressora Laser Colorida se tornou indispensável no nosso dia a dia. Muitas vezes, prestamos serviços virtuais, como assessoria de imprensa, com releases via e-mail, e muito contato por telefone. Mas em cabines de imprensa, para a exibição aos jornalistas de filmes em primeira mão, e nas entrevistas coletivas, criamos diversos Press Kits, todos personalizados, então, poder contar com um equipamento rápido e preciso se tornou imprescindível”, conta o jornalista Eder Marques, funcionário de uma assessoria de imprensa especializada na área cultural.


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Impressora jato de tinta ajuda no dia a dia de escolas públicas paulistas

Impressora jato de tinta ajuda no dia a dia de escolas públicas paulistas

Com a Impressora jato de tinta é possível reproduzir no papel documentos e declarações para os alunos

A Impressora jato de tinta acaba por ser um coringa dentro de escritórios e empresas de todos os segmentos, tamanhos e finalidades. Através dela, o trabalho da equipe flui e aquilo que antes eram apenas ideias ganham a materialidade através do papel. Como quase todos os aspectos do trabalho está relacionado a informática, muito daquilo que produzimos não existe no mundo real, apenas no universo artificial de Hard Disks e servidores online. Inclusive o nosso próprio dinheiro. Apenas uma pequena porcentagem das moedas em circulação no planeta existe na forma física, como notas e moedas, o resto são apenas números no sistema bancário. A função da Impressora jato de tinta é trazer tudo isso para fora da Matrix. As boas ideias, não a produção de dinheiro, que isso fique bem claro.

Uma destas milhões de organizações que dependem da Impressora jato de tinta são as escolas. Neste caso, estamos analisando pelo âmbito dela como empresa, muito além do lado pedagógico.

“A Impressora jato de tinta é um item de primeira importância para o nosso funcionamento. Sem contar os pedidos dos professores, somente o setor administrativo que comporta a secretaria, direção e coordenação, tem cerca de sete modelos de Impressora jato de tinta, usadas para as mais diversas necessidades da nossa rotina que incluem o atendimento aos pais, alunos e toda a logística interna de relatórios tanto do desempenho escolar da unidade, como do lado financeiro”, diz a diretora Ana Clara Jamelli, que administra uma equipe de cerca de cem funcionários, fora o número de alunos.

A Impressora jato de tinta oferece uma boa relação custo / benefício com cartuchos individuais, cada um contendo uma cor, que ao serem misturadas, alcançam uma paleta que contempla diversos tons. O governo de São Paulo, através da Secretaria da Educação, firmou contrato com o atacadista online Gimba para o fornecimento de material de escritório e de informática para toda a rede.

“Nós diretores recebemos determinados modelos de Impressora jato de tinta justamente porque são compatíveis com os suprimentos disponíveis no site. Nós temos um login e senha de acesso a uma conta exclusiva para a nossa escola, e ao longo do ano, podemos manter a estrutura funcionando. Este modelo é muito bom porque é um recurso a mais para a escola, não temos que separar uma parte do orçamento, já apertado, para esta necessidade. Afinal, não podemos ficar sem. Imagine não entregar um histórico escolar porque a escola está sem tinta de impressora? Seria um desastre. Mas trabalhamos muito para não chegar a este ponto”, conta Maria Cleusa Soares, também diretora em São Paulo.


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Coletor de dados é usado para monitorar pacientes em hospitais

Coletor de dados é usado para monitorar pacientes em hospitais

Com o coletor de dados, médicos e enfermeiros podem melhorar o atendimento

O coletor de dados também pode ajudar a salvar vidas. Segundo o Doutor Dráuzio Varella, “a função da medicina é diminuir o sofrimento humano”. Toda tecnologia quando aplicada a área da saúde tem como objetivo melhorar a vida de pacientes e facilitar o trabalho dos médicos, seja em uma emergência ou para trazer mais conforto no dia a dia.

“A medicina é praticada desde o surgimento do homem, e hoje, ela está em um grau de especialização que conhecemos cada detalhe do nosso código genético. Temos máquinas de todos os tipos que auxiliam em diagnósticos e no tratamento das doenças. Mas uma das ferramentas mais importantes ainda é a informação”, afirma o infectologista Doutor Rubens F. Navarro. E é nesse ponto, o gerenciamento da informação, que o coletor de dados ganha destaque.

O coletor de dados é uma versão reduzida e portátil de um computador, e é capaz de rodar diversos tipos de aplicativos que auxiliam diversas áreas, dentre elas, a da saúde. Ele consegue fazer a função da ficha do paciente de forma muito mais competente.

“Muitos hospitais têm se adaptado aos novos tempos, e substituído ao máximo a impressão pelo ambiente virtual. Isso vale para exames de raio x, resultados de análises de todo tipo e as próprias fichas dos pacientes. É uma forma de reduzir custos, financeiros e ambientais, e ganhar em segurança e logística. É muito mais fácil acessar uma ficha virtual, via um coletor de dados, do que se movimentar pelo hospital com uma prancheta”, comenta a ortopedista Doutora Raquel Novaes.

O coletor de dados oferece diversas opções de interação com outros aparelhos, como impressoras portáteis ou fixas, e a rede wi-fi, além de contar com entradas USB e bluetooth. Com isso, é possível se manter online o tempo todo, como mais uma porta de acesso e inclusão de informação.

“Todos os dias, a equipe de ortopedia tem de monitorar os pacientes que passaram por cirurgia. Avaliar o quadro de evolução e se o paciente sente algum tipo de dor ou incômodo. A tarefa se torna muito mais simples, se você tem um coletor de dados em mãos. Com ele, vamos de quarto em quarto e acessamos as informações atualizadas de cada paciente, a medicação que tomou, se apresentou febre ou dor. A nossa capacidade de avaliação melhora muito, é como se toda a equipe estivesse na sala nos passando seus relatórios”, conta a Doutora Raquel

Alguns modelos de coletor de dados têm leitores de código de barras ou rádio transmissor integrado. “A equipe de enfermagem também usa este tipo de aparelho. É possível se comunicar com outros setores através do rádio e o leitor de código de barras evita erros na aplicação da medicação. Basta aponta o leitor ótico para o código impresso no rótulo do medicamento e o próprio sistema confirma se é o correto e qual a dosagem a ser administrada”, diz o Doutor Rubens. “Para nós, o papel da tecnologia é esse, oferecer informação e segurança, para que possamos usar as nossas habilidades para cuidar dos pacientes”, ele conclui.


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Festas controlam área vip com impressora de etiquetas

Festas controlam área vip com impressora de etiquetas

A impressora de etiquetas é responsável por criar as desejadas pulseiras

Com a impressora de etiquetas, empresários podem personalizar quase tudo em seus escritórios. Muito presente na logística para controle e rastreamentos de remessas com códigos de barras, o equipamento também conquista clientes na área de segurança. “Temos uma forma de visualizar rapidamente se determinada pessoa deveria ou não estar neste ambiente”, conta o segurança Robson de Souza, funcionário de uma maternidade em São Paulo.

“Ao fazerem o cadastro na recepção, o atendente usa uma impressora de etiquetas para criar pulseira do visitante. Como cada ala gera uma identificação diferente, fica mais fácil monitorar a movimentação dento do prédio”, ele completa.

Mesmo presente em hospitais e outros locais, a impressora de etiquetas faz realmente sucesso em festas e baladas ao criar as cobiçadas pulseirinhas das áreas reservadas. “Cara, é como se você nascesse de novo! Quando você anda pela pista com aquela pulseira, você se torna o objeto de desejo das mulheres. No mínimo, você se torna interessante ao ponto de elas de forma discreta tentem descobrir quem é você. E isso faz muito bem ao ego”, diz o estudante de direito Marcelo Ribeiro.

A impressora de etiquetas trabalha com uma tecnologia popular entre os equipamentos de pequeno porte deste tipo. “Normalmente, elas usam o calor para gerar a impressão. Isso varia dependendo do modelo. Um deles usa a cabeça de impressão como fonte de calor diretamente em um tipo de papel térmico mais sensível. A outra usa o calor para derreter um tipo de cera sólida presa em um rolo plástico. E com essa cera, se cria a imagem no papel adesivo”, explica o técnico de informática Manoel Mendes.

“Mantemos a impressora de etiquetas em uma área reservada na recepção, destinada aos nossos clientes mais especiais, que muitas vezes já tem um cartão personalizado aqui da casa. Eles não precisam pegar fila, e ao apresentarem o cartão e um documento de identificação, recebem a pulseira”, conta Paulinha Cieno, hostess de uma casa noturna paulista.

Outras casas utilizam a impressora de etiquetas para criar modelos diferentes de pulseira. “Temos diferente camarotes, em alguns, com comida e bebida especialmente selecionadas à disposição dos vips, Outros são mais simples, com menos mimos, então é uma forma de organizar o vai e vem dos frequentadores, e evitar confusões”, conta a promotora de festas Mariana Nakamura. E os clientes têm o mesmo ponto de vista dela. “Faço questão de reservar um camarote para ter mais comodidade e qualidade de serviço. Há garçons pra nos atender, os sofás pra bater um papo mais íntimo, e até para fechar a conta no fim da noite é mais fácil, basta estender o braço e mostrar o código de barras na pulseira”, diz o médico Rafael Cortez.

Tamanhas facilidades da impressora de etiquetas trazem satisfação para empresários e clientes, e a cada dia ela rompe novas barreiras e conquista novos adeptos. “Vários amigos passaram a usar em suas casas, as facilidades compensam de longe os custos”, finaliza Beto Cintra, dono de dois clubs em São Paulo.


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Videowall inova decoração de lojas

Videowall inova decoração de lojas

A tecnologia e versatilidade do videowall compõem um ambiente sofisticado e futurista

O videowall é o que existe de mais moderno em termos de reprodução de imagens em tamanho grande, ele é capaz de deixar todos os presentes impressionados. E os arquitetos, designers e donos de lojas já perceberam este poder. “O mais importante para nós é que o cliente se sinta bem na loja, por isso investimos ao máximo para o seu conforto e praticidade. A nossa preocupação está em todos os detalhes: da imagem e postura dos funcionários no atendimento, a disposição do espaço, e até o perfume e músicas tocadas na loja. Trabalhamos todos os sentidos, incluindo a visão, por isso é fundamental exibir um videowall moderno, ele agrega valor e faz parte da nossa estratégia de marketing”, comenta a supervisora de uma rede de franquias de cosméticos.

Tendência nos últimos anos, o videowall está cada vez mais presente em lojas novas e ganha seu espaço também na tradicionais. “Quando desenvolvo um novo projeto, dede os primeiros encontros busco compreender o perfil do empreendedor e que tipo de experiência ele quer oferecer a sua clientela, nós temos muitos elementos de decoração diferentes, ultra modernos, como o videowall, e outros mais convencionais, como moveis em madeira, cheios de charme, vamos adaptando-os a cada situação”, conta a arquiteta Juliana Karlovich. “Uma boutique de joias e uma loja de calçados têm conceitos completamente diferentes, mas há ferramentas que cabem em ambas os contextos”, ela completa.

O videowall é formado por um grupo de monitores profissionais de alta capacidade de desempenho, que funcionam em todas as posições e ângulos sem prejuízo a qualidade da imagem ou estrutura do aparelho. Para isso são utilizados modelos LFD que podem ficar ligados a partir de 16 horas por dia, com algumas opções chegando a 24/7. Outro detalhe considerável é que o LFD já em seu sistema interno de fábrica a opção videowall, que leva em conta a borda e outras possíveis distorções de imagem, corrigindo-as automaticamente. Nenhum monitor convencional oferece estas opções.

“Para a mulher, fazer compras é sagrado! Quanto mais linda a loja, mais nos empolgamos”, brinca a bancária Ariane Flores. Mas os lojistas sabem que há um fundo de verdade numa declaração como essa e investem pesado em novidades. “Vejo no semblante dos clientes o quão impressionados eles ficam com o videowall, a tecnologia toca em algo infantil que ainda temos dento de nós, aquela curiosidade nata, o impacto do visual reflete nas vendas, a loja cresce no conceito deles”, confessa o empresário Hugo Tromoscci, proprietário de duas unidades de lojas moda masculina em dois shoppings centers diferentes em São Paulo. “Vamos continuar investindo, espero sempre estar na vanguarda da tecnologia e decoração”, ele finaliza.


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