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Impressora não fiscal cria seu ingresso de cinema

line Impressora não fiscal cria seu ingresso de cinema

A impressora não fiscal é utilizada em vários setores de comércio e serviços

A tecnologia da impressora não fiscal está onde menos esperamos. Vivemos em um mundo em que boa parte do tempo algumas coisas existem apenas de forma virtual. “Muitas vezes fazemos compras através da internet, de casa ou do celular, e só vamos receber um comprovante no local”, conta a secretária Tereza J. de Bueno. Neste momento, a impressora não fiscal entra em cena para dar vida a ingressos e convites.

E os cinemas são grandes consumidores da impressora não fiscal. “Quando o cliente escolhe o filme, e seu lugar na sala, ele recebe um cupom fiscal, na qual fica registrado a operação financeira que acabou de ocorrer e o ingresso propriamente dito. Somos obrigados a fornecer ambos. O primeiro é exigido pelo governo como forma de deixar registrado todas as vendas feitas pela empresa, para uma possível auditora fiscal, e para a própria contabilidade interna, além de servir para o cliente cancelar a compra e receber o dinheiro de volta, por exemplo. Neste caso, o comprovante é feito por uma impressora especial, que conta com uma memória interna inviolável que guarda uma cópia de cada comprovante”, diz a gerente de comunicação do Cinemark Fabiana A. Kimura.

A impressora não fiscal é responsável pelos tramites internos das empresas, operações não comerciais que utilizem alguma informação em papel, como os colecionáveis ingressos de cinema. “Parece coisa de adolescente das décadas de 1980 e 1990, que guardavam papel de bala e convite de cinema na agenda, mas guardo os meus como recordação até hoje”, confessa a jornalista Mariana B. Vieira. “É como se eu guardasse em uma caixinha um atalho para uma lembrança agradável. Nós costumamos relacionar músicas, filmes, perfumes, quase qualquer coisa, à momentos que vivemos. É uma forma de manter contato com as lembranças felizes. E as vezes, as tristes também”, acrescenta Mariana.

A Epson é a maior produtora da impressora não fiscal atualmente. A empresa japonesa foi uma das pioneiras no desenvolvimento da tecnologia de impressão térmica durante as décadas de 1960 e 1970, nos primórdios da informática. Os modelos estão adaptados às novas necessidades, com formas variadas de conexão. Elas operam através de USB, porta serial paralela ou com placas ethernet, através da rede. Alguns modelos são capazes de criar até 300mm/minuto com conteúdo que varia entre texto e imagens.

“Precisamos de uma impressora não fiscal que possa se manter em funcionamento por cerca de doze horas por dia e com custo baixo de manutenção e suprimentos. Nosso mercado demanda equipamentos de alta performance, afinal, vendemos milhares de ingressos por dia, e cada um deles conta com todas as informações do filme e um código de barras para o controle de acesso”, conclui a funcionária do Cinemark Fabiana. “Sem a impressora não fiscal, nós não funcionamos”.



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