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Coletor de dados é usado para monitorar pacientes em hospitais

line Coletor de dados é usado para monitorar pacientes em hospitais

Com o coletor de dados, médicos e enfermeiros podem melhorar o atendimento

O coletor de dados também pode ajudar a salvar vidas. Segundo o Doutor Dráuzio Varella, “a função da medicina é diminuir o sofrimento humano”. Toda tecnologia quando aplicada a área da saúde tem como objetivo melhorar a vida de pacientes e facilitar o trabalho dos médicos, seja em uma emergência ou para trazer mais conforto no dia a dia.

“A medicina é praticada desde o surgimento do homem, e hoje, ela está em um grau de especialização que conhecemos cada detalhe do nosso código genético. Temos máquinas de todos os tipos que auxiliam em diagnósticos e no tratamento das doenças. Mas uma das ferramentas mais importantes ainda é a informação”, afirma o infectologista Doutor Rubens F. Navarro. E é nesse ponto, o gerenciamento da informação, que o coletor de dados ganha destaque.

O coletor de dados é uma versão reduzida e portátil de um computador, e é capaz de rodar diversos tipos de aplicativos que auxiliam diversas áreas, dentre elas, a da saúde. Ele consegue fazer a função da ficha do paciente de forma muito mais competente.

“Muitos hospitais têm se adaptado aos novos tempos, e substituído ao máximo a impressão pelo ambiente virtual. Isso vale para exames de raio x, resultados de análises de todo tipo e as próprias fichas dos pacientes. É uma forma de reduzir custos, financeiros e ambientais, e ganhar em segurança e logística. É muito mais fácil acessar uma ficha virtual, via um coletor de dados, do que se movimentar pelo hospital com uma prancheta”, comenta a ortopedista Doutora Raquel Novaes.

O coletor de dados oferece diversas opções de interação com outros aparelhos, como impressoras portáteis ou fixas, e a rede wi-fi, além de contar com entradas USB e bluetooth. Com isso, é possível se manter online o tempo todo, como mais uma porta de acesso e inclusão de informação.

“Todos os dias, a equipe de ortopedia tem de monitorar os pacientes que passaram por cirurgia. Avaliar o quadro de evolução e se o paciente sente algum tipo de dor ou incômodo. A tarefa se torna muito mais simples, se você tem um coletor de dados em mãos. Com ele, vamos de quarto em quarto e acessamos as informações atualizadas de cada paciente, a medicação que tomou, se apresentou febre ou dor. A nossa capacidade de avaliação melhora muito, é como se toda a equipe estivesse na sala nos passando seus relatórios”, conta a Doutora Raquel

Alguns modelos de coletor de dados têm leitores de código de barras ou rádio transmissor integrado. “A equipe de enfermagem também usa este tipo de aparelho. É possível se comunicar com outros setores através do rádio e o leitor de código de barras evita erros na aplicação da medicação. Basta aponta o leitor ótico para o código impresso no rótulo do medicamento e o próprio sistema confirma se é o correto e qual a dosagem a ser administrada”, diz o Doutor Rubens. “Para nós, o papel da tecnologia é esse, oferecer informação e segurança, para que possamos usar as nossas habilidades para cuidar dos pacientes”, ele conclui.



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